GratidĂŁo

As coisas nunca acontecem da forma que queremos. Por mais que elas deem certo, ainda assim, será diferente daquilo que imaginamos. Todavia, para conseguir algo é necessário enfrentar obstáculos. Entretanto, tu não podes desanimar diante dos empecilhos, pois são eles que nos fazem dar valor às nossas conquistas.

Somos pessoas ingratas, nĂŁo damos valor Ă quilo que temos. No entanto, muitos dizem que “seria bom se fosse fácil, parem de romantizar o sofrimento”. Contudo, esse Ă© um pensamento infundado, porque olhe tudo o que temos, e mesmo assim nĂŁo damos o devido valor. NĂŁo temos o hábito de valorizar aquilo que está ao nosso redor, valorizamos somente o que está distante – o desejo -, a conquista perde sua credibilidade muito cedo. 

Dessa forma, os problemas que enfrentamos faz com que o nosso ego seja abalado, nos sentimos infortĂşnios ao lidar com uma situação precária. NĂŁo adianta dizer que para os outros Ă© mais fácil, pois vocĂŞ nĂŁo foi o escolhido para sofrer. Todos possuem os seus prĂłprios problemas, nada Ă© fácil para ninguĂ©m. Sendo assim, para ter sucesso, Ă© necessário enfrentar os problemas, Temos que batalhar, e nĂŁo desistir atĂ© que se tenha a vitĂłria. 

Só conseguimos ser felizes quando deixamos a gratidão nos inundar, e assim, passamos a agradecer por aquilo que está ao nosso redor. Você já desejou possuir várias coisas que já conquistou, mas nem sequer se lembra disso. Queríamos que a situação estivesse melhor, porém lembre-se que tudo poderia estar bem pior. Por isso, seja grato por tudo, e não esqueça que tudo passa, e dias bons virão. 

Gato preto

Ah, meu gatinho preto… Sei que Ă©s considerado um ser repugnante, uma lástima para 99% das pessoas. Culpam-te pelas coisas nĂŁo darem certo, tu Ă©s aquele que traz o azar. Se cruzar contigo pelo caminho, 13 anos malĂ©volos me esperam. 

Sua cor Ă© o grande problema – PRETO. Lembro-me quando te achei jogado naquela rua, e te peguei para mim. Coloquei-te numa caixinha, vocĂŞ miava, devia estar com medo. As pessoas te escutavam e pediam para verem o gatinho, quando eu abria a caixa, a primeira coisa que me diziam era “Cruz-credo, Ă© preto”. 

Ah, meu gatinho preto… NĂŁo fique triste com o que os outros falam, tampouco, pinte-se de branquinho. Calma, pois irei contar-te um segredo: eu sempre sonhei em ter um gatinho, mas nĂŁo qualquer gatinho, tinha que ser um gato preto. Ah! Eu já sonhava com as cenas. Mentalizava um pretinho deitado na minha cama, imaginava-me comprando uma coleira para ele, e ele ficando gatĂŁo. Já pensava nas fotinhos que postaria na internet para todos verem que eu tinha um gato preto. 

Eu sou aquele 1%, amo-te exatamente por seres como Ă©s. Tu nĂŁo precisas ser branco para me agradar, pois amo principalmente a tua cor. O problema nunca esteve em ti, o desamor das pessoas nĂŁo Ă© a sua culpa. És um grande sonho para mim, tu completas o meu mundinho gĂłtico. Tu nunca trouxe azar, sou completamente sortuda por te encontrar, pois tu tornaste a minha vida mais bela. NĂŁo deixe a maldade do mundo te corromper, pois sempre serás Ăşnico aos olhos da pessoa certa. 

Sei que dentro de cada um de nĂłs há um gato preto, que Ă© julgado por ser quem Ă©. Contudo vocĂŞ nĂŁo pode aceitar o Ăłdio das pessoas, porque Ă©s especial. Quem te ama de verdade, nunca irá querer que sejas diferente, pois tu sempre serás amado por ser quem realmente Ă©s. Dessa forma, nĂŁo tente mudar-se para agradar os outros. Espalhe amor por aĂ­, e afaste-se das pessoas ruins. 

Teu corpo Ă© um templo
Onde a deusa que és
habita

Tu és sagrada
NĂŁo deixe que impuros
pisem em ti

Purifique o teu coração
Deixe fluir só a boa emoção
Longe da turvidade
Vislumbre a tua verdade

NĂŁo destrua o teu altar
Cuide bem do teu lar
Pare de se criticar

O bem alheio

Minha mĂŁe estava me contando a respeito de uma missa que ela havia ido. Na celebração, o padre dizia que nossos verdadeiros amigos nĂŁo sĂŁo apenas aqueles que nos ajudam na adversidade, mas, principalmente, aqueles que ficam ao nosso lado diante das nossas conquistas.  

Devemos ser gratos a quem nos dá a mĂŁo quando precisamos, todavia vocĂŞ já prestou atenção em quem está ao seu lado quando as coisas dĂŁo certo? Afinal, “as pessoas querem te ver bem, mas nĂŁo melhor do que elas”. Todos querem o seu bem, desde que vocĂŞ nĂŁo prospere mais do que eles, pois se vocĂŞ conquista algo bom, eles param de torcer por ti, e começam a te invejar.

NĂŁo levaremos em consideração quem se aproxima sĂł quando estamos bem sucedidos, pois esses já sĂŁo reconhecidos como traiçoeiros. Entretanto, quem já está conosco, e mesmo diante do sucesso, nĂŁo nos deixa de lado. Sabe reconhecer que somos merecedores, pois acompanharam a luta que travamos para chegar onde estamos. 

Dessa forma, devemos ficar atentos Ă s pessoas que expressam desdĂ©m quando falamos sobre os nossos triunfos. Uma vez que o ideal Ă© manter ao nosso lado quem está sempre conosco: aquele que nos dá a mĂŁo, mas tambĂ©m consegue nos aplaudir. 

Autossabotagem

Envenenei-me, e, lentamente, estou morrendo um pouquinho a cada dia. Abandonei-me em uma sala fria, jogada ao chĂŁo. Deixei de ser eu mesma, para entrar na moldura dos outros. Eu tenho sido muito ruim comigo mesma. Tornei-me uma mentirosa. 

Naufraguei na minha autocobrança, pois querer fazer o melhor estraçalhou-me, porque o perfeccionismo nos torna pessimistas. NĂŁo conseguia aceitar os meus erros como algo normal, eu disse a mim mesma que as minhas falhas me definiam. Parei de vislumbrar coisas boas em mim, deixei apenas os empecilhos na superfĂ­cie. Dizia-me que eu era uma pessoa horrĂ­vel, e que os outros tambĂ©m achavam isso. O grande problema está aĂ­: pensar nos outros e esquecer de mim. Eu queria ser a melhor versĂŁo para os outros, nĂŁo a melhor versĂŁo para mim. 

Definem “inimigo” como aquele que odiamos, contudo inimigo Ă© quem mais precisamos amar, mas mesmo assim abanamos – nĂłs. Eu me tornei a minha pior inimiga. Passei a sussurrar inĂşmeras mentiras aos meus ouvidos, acreditei que eu era uma falha. Todavia, percebi que eu estava me autossabotando. Acreditei nas minhas mentiras, enquanto permanecia incrĂ©dula diante da minha verdade. 

Acredite no que vocĂŞ Ă©, nĂŁo nessas coisas ruins que vocĂŞ inventa. Pare de se tratar assim, pare de mentir para si. Há coisas boas em vocĂŞ, entĂŁo pare de se recusar a ver. Faça as pazes consigo. Deixe os outros para lá, isso nĂŁo depende deles. SĂł peço que tu nĂŁo te abandones. Fique aqui, consigo. 

Sonhos

Os nossos sonhos sĂŁo a Ăşnica coisa capaz de nos manter vivos. Entretanto, nĂŁo estamos a falar sobre os sonhos que tens ao dormir, e sim, sobre o que te faz querer levantar da cama todos os dias. 

É necessário ter um motivo para continuar aqui, por isso precisamos de um propĂłsito, e para termos um propĂłsito, Ă© preciso sonhar. SĂł os sonhos sĂŁo capazes de nos tirar da inĂ©rcia. AlĂ©m disso, eles sĂŁo responsáveis por deixar a nossa vida mais feliz. 

A modĂ©stia pode ser renunciada, pois “sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho”, como Jorge Paulo Lemann nos ensinou. Contudo, nĂŁo deixe que os outros interfiram nos seus sonhos. Lembre-se que Ă©s o Ăşnico que precisa acreditar em si, porĂ©m nĂŁo esqueça que Ă© necessário ter um trabalho árduo para que eles se concretizem, pois do cĂ©u, sĂł a chuva.

O hábito da leitura

Eu nĂŁo nasci amando ler, muito pelo contrário, nunca fui amante da literatura, ou melhor, eu nem sequer sabia o que era literatura. Desde bem pequena, ainda na prĂ©-escola, lembro-me de estar folheando uma revistinha do Monteiro Lobato, olhando os personagens do “SĂ­tio do Pica-Pau Amarelo”. Alguns anos depois, aconteciam as visitas Ă  biblioteca, onde vocĂŞ escolhia o seu livro, e depois fazia um trabalho a respeito dele. NĂŁo recebĂ­amos instruções sobre como escolher a nossa prĂłxima leitura, o livro continha apenas um durex colorido na lombar que informava a idade indicada. Dessa forma, eu sempre escolhia o livro da seguinte maneira: o mais fino, que possuĂ­a mais desenhos e quase nada de texto. Ler tornou-se algo tedioso, que eu fazia por obrigação. 

Outra coisa que fazia com que qualquer sintoma de amor aos livros morresse era o fato de que se eu nĂŁo devolvesse o livro no dia certo, pagaria uma multa. Essa cobrança de multa era justificada com base em que a criança precisava ter responsabilidade. Acredito que isso era apenas para arrancar dinheiro dos meus pais, pois atĂ© para ter uma ficha na biblioteca, para poder começar a pegar os livros, tĂ­nhamos que pagar. NĂŁo acredito nessa histĂłria de “responsabilidade”, porque uma criança de 7 anos nĂŁo tem isso, tampouco trabalha para ter dinheiro para pagar tais multas. Pagar por um livro que fizemos um emprĂ©stimo e o estragamos Ă© plausĂ­vel, multa por atraso, nĂŁo. Diante desses acontecimentos, a biblioteca era o lugar que eu mais odiava. 

Quando eu pegava aqueles livros que nĂŁo possuĂ­am desenhos, tratava-os com desdĂ©m. Dizia que aquilo era a coisa mais chata, e que nĂŁo fazia sentido ficar vendo “um monte de palavras”, entĂŁo o colocava no lugar, substituindo-o por um completamente ilustrado. Ouvir alguĂ©m dizer que “livros sĂŁo capazes de nos fazer viajar”, trazia-me a conclusĂŁo de que aquela pessoa era lunática. Ora, como eu iria viajar se lá estava eu, prendida num amontoado de páginas? Qual era o sentido de folhear aquelas milhares de letras? Para mim nĂŁo tinha outra definição: loucura. 

Na infância, o Ăşnico livro que eu lembro de ter lido e gostado foi “Robson CrusoĂ©”, peguei um livro grande, que possuĂ­a várias outras histĂłrias, mas me apaixonei exatamente pela que falava sobre o homem perdido na ilha. Li algumas das outras histĂłrias daquele livro, mas a Ăşnica que marcou foi essa. Entretanto, lembro-me tambĂ©m de ter lido no final de um livro, cujo nome eu nĂŁo sei, uma lei sobre bibliotecas escolares, que dizia que elas deveriam conter no mĂ­nimo 100 livros. 

Apesar de sempre amar estudar, nunca amei os livros. Esse amor sĂł foi florescer aos meus 12 anos de idade, quando eu me apaixonei pela astronomia, e queria ser astrĂ´noma. Portanto, comecei a estudar, lendo diversos textos na internet. Eu me mudei de escola, e os trabalhos de literatura continuavam, mas dessa vez eu escolhia apenas livros de astronomia. Nesses trabalhos, tĂ­nhamos que desenhar a parte que mais gostamos da histĂłria, lá estava eu desenhando o meu planeta favorito – JĂşpiter. Na biblioteca, a prateleira do gĂŞnero “astronomia” era arrumada por mim, na ordem que eu queria ler. Eu era amiga da bibliotecária. Lá nĂŁo havia essa histĂłria de “multa por atraso”, vocĂŞ tinha uma semana para ler o livro e devolvĂŞ-lo. 

Certo dia, eu resolvi sair um pouco da estante dos livros de astronomia, e escolher algo diferente. Achei um livro cuja capa possuĂ­a uma garota ruiva com um vestido azul. Ele nĂŁo continha nenhuma ilustração, apenas letras, alĂ©m de nĂŁo ser fino. Por conseguinte, eu conheci o que era literatura, e percebi que eu estava equivocada em relação aos livros, ler nĂŁo era uma atividade tediosa. Entretanto, nunca tive o incentivo necessário para querer abrir um livro e desfrutar das palavras. Sendo assim, descobri o segredo da leitura. Se eu gosto de princesas, um livro que contĂ©m realeza Ă© capaz de me fascinar. Foi o que aconteceu com “A Seleção”, livro escrito por Kiera Cass, aquele livro da garota ruiva. Eu simplesmente me apaixonei por aquela histĂłria, e queria viver aquela sensação inĂşmeras vezes. 

Muito se engana quem acha que ler Ă© ficar olhando para um mar de palavras, mas tambĂ©m Ă© um clichĂŞ dizer que vocĂŞ irá viajar. No entanto, subestimamos a mente humana. Quando estamos lendo um livro, paramos de enxergá-lo e começamos a vislumbrar o que está escrito. Todas as palavras sĂŁo transformadas em imagens e cenários, somos capazes de vivenciar um pouco daquilo. 

Dessa forma, para adquirir o hábito de leitura, Ă© necessário ler livros do gĂŞnero que vocĂŞ gosta. Se vocĂŞ gosta de histĂłrias de amor, um romance clichĂŞ te deixará mais feliz. Assim como eu gostava de astronomia, e lia livros sobre a temática. Por conseguinte, apaixonei-me de uma forma avassaladora pelos livros. O universo da literatura conquistou o meu coração, ao ponto de eu querer fazer parte daquele mundo, portanto fui de astronauta Ă  escritora, e cá estou escrevendo para vocĂŞs. 

08.09.2021

Ă€s 3h da madrugada, acordei com a Mica miando pelo apartamento. Fui atĂ© a cozinha para conferir se ela nĂŁo estava destruindo tudo por lá. Entretanto, estava tudo normal, entĂŁo conjecturei que ela queria apenas comida. Eu ainda estava sonolenta, sendo assim, deitei-me novamente. 

A Mica nunca foi de ficar pertinho de mim, sempre respeitei o espaço dela. Contudo, estranhamente, nessa madrugada, no mesmo instante em que eu deitei, ela veio deitar-se comigo. Ela acomodou-se em cima das minhas pernas, e eu já estava tentando dormir. ApĂłs algum tempinho, ela saiu de cima das minhas pernas e deitou ao meu lado. Dessa forma, senti-me livre para mexer as minhas pernas, porĂ©m o problema começou aĂ­ – eu senti um molhado, e pensei: nĂŁo acredito que ela fez xixi em cima de mim. Fui passar a mĂŁo nela, e tateando, ainda no escuro, senti uma “coisinha”. Levantei correndo para acender a luz. NĂŁo acreditei no que eu vi: a Mica deitada já com um gatinho mamando. 

Eu fiquei muito feliz com aquela cena. Nunca havia visto um gatinho recĂ©m-nascido, estava desnorteada. Pensei em tirá-los da minha cama, porĂ©m nĂŁo sabia como pegar os dois juntos. Aproveitei para tirar algumas fotos e filmar, mas entĂŁo suscitou um segundo filhote. Se eu nĂŁo sabia como tirar 2 de cima da minha cama, imagina 3. Ela abriu a bolsa e o filhote já foi mamar. 

Ă€s 4h, o terceiro filhote nasceu. Meu irmĂŁo acordou, entĂŁo eu o chamei para olhar os gatinhos que nasceram. No entanto, um tempo depois, a Mica ainda nĂŁo havia aberto a bolsa do terceiro filhote. Resolvi nĂŁo interferir, pois dizem que a gata consegue fazer tudo sozinha. Ă€s 5h, minha mĂŁe acordou para levar meu irmĂŁo mais novo ao banheiro, portanto eu tambĂ©m contei o que tinha acontecido. Ela foi ver os filhotes e o terceiro ainda estava do mesmo jeito, e a gata estava deitada. Minha mĂŁe disse que eu teria que estourar a bolsa, senĂŁo o gatinho morreria. Sendo assim, eu abri aquele “plástico” e cortei o cordĂŁo umbilical. Tentei entregar o gatinho para mamar na mĂŁe, todavia ele nĂŁo conseguia de forma alguma. Ele já estava ficando gelado, a solução foi usar uma seringa para alimentá-lo. Depois o entregamos para a Mica novamente.

Decidi tirá-los da minha cama, porĂ©m constatei que o cordĂŁo umbilical do segundo nĂŁo havia sido rompido, entĂŁo o cortei. Minha mĂŁe passou a mĂŁo na barriga dela e disse que sentiu uma cabecinha, tentei sentir, mas nĂŁo consegui. Tirei os gatinhos da minha cama, e limpei um pouco do sangue que estava nela. Ă€s 6h descobri que minha mĂŁe estava certa, pois veio o quarto gatinho. Nesse caso, tambĂ©m tive que abrir a bolsa e cortar o cordĂŁo umbilical. 

Peguei uma cobertinha e coloquei a Mica e os gatinhos para mamarem. O terceiro filhote ainda estava gelado, e nĂŁo conseguia mamar, portanto o coloquei bem pertinho de outros, atĂ© que ele conseguiu. Assim, alimentei a Mica na posição que ela estava, e deixei ela aproveitar o momento. Ela se mostrou uma mamĂŁe muito carinhosa, com os filhotes, e atĂ© mesmo conosco. 

No entanto, só após ajudar no parto da gatinha que eu fui tomar o meu banho. Eu achei que ela havia feito xixi em mim, entretanto descobri que na verdade ela foi me pedir ajuda. Ela deu à luz ao seu primeiro filhote bem em cima de mim. Dizem que a gata não gosta que fique perto dos filhotes, contudo se eu saio de perto dela, ela deixa os filhotinhos para ir atrás de mim. E se você colocar a mão nos filhotes que estão mamando, ela abraça a sua mão junto a eles.

Está sendo um momento mágico, entretanto, infelizmente, os gatinhos terão que encontrar um novo lar, onde farão diferença e felicidade na vida dos seus tutores. Mas enquanto isso não acontece, eu posso aproveitar os nenéns felinos.