
Amor próprio


Sou Vênus,
a deusa do amor,
senão, poetisa.

Ó sol, que me aquece
Com teus raios
Resplandece
Ilumine minha mente
Faça-me brilhar
Constantemente
Quebre o gelo que habita meu coração
Reluza
A minha emoção
Sempre apareça
Ó sol,
Não me esqueça!

Tu não me causas borboletas no estômago
Tu fazes de mim a própria borboleta
Tu me dás asas
E voa comigo
Juntos fazemos do jardim
algo lindo
Assim como tu és para mim.

Quando você chegou
O meu coração esquentou
Então
Eu conheci o calor do amor
Intenso, radiante
Tu, estrela brilhante
Trouxeste o teu brilho para a minha vida
Mais intenso que o de todas estrelas
Ouso dizer que elas admiram o teu brilhar
E não param de sonhar
em um dia,
poder brilhar assim
Como tu brilhas para mim
Nem mesmo o Sol chega perto do calor
Que é o nosso amor
Tu reluzente
Minha linda estrela cadente
Conceda-me um pedido?
Fica sempre comigo?

O fruto de uma paixão
Fez brotar em mim inspiração
Você virou poesia
Eu virei poetisa
E eternizei nosso amor no papel
Assim nasceu o poema
Daqueles versos que fiz olhando para o céu.

Confiança é a coisa mais importante do mundo
e a mais rara também
Sem confiança não há amor
Falta de confiança é falta de amor

As pessoas não se completam
Elas se ampliam
Você é suficiente para si
Não busque no outro
O que já há em ti.

Vamos falar sobre a data de hoje? Em 20 de outubro é celebrado, de forma extraoficial, o Dia Nacional do Poeta, e eu, como poetisa, não poderia deixar de exprimir a minha felicidade diante deste dia.
Ser poeta é fazer com que as nossas palavras mexam com os nossos sentimentos, e também com o sentimento do nosso leitor:
“Quando eu escrevo
eu quero ser tocada,
eu quero tocar alguém.
A poesia é um abraço.”
O poeta consegue ser o poema e a poesia. Os seus versos não é nada mais que o seu reverso. Encontro-me nas minhas linhas.
Há pessoas que parecem refúgio
Quando estamos com elas, esquecemos de tudo
Há pessoas que são abrigo,
São muito mais que um caro amigo
e devemos guardá-las em nosso mundo,
e abrigá-las em nossos corações.
